
Metrô Paraíso também tem Embarque na Leitura
Imagine conseguir emprestado aquele livro que você tanto quer ler, mas não tem tempo de ir até uma biblioteca nem dinheiro para comprá-lo. Este é o atrativo do projeto “Embarque na Leitura”, que existe há mais de quatro anos, com postos localizados dentro de estações do metrô.
Marcello Borg, gerente de Comunicação e Marketing do Departamento de Imprensa do Metrô, nos conta o que é e como funciona o serviço. “O projeto “Embarque na Leitura”, parceria entre o Metrô de São Paulo e o Instituto Brasil Leitor, teve início em setembro de 2004, com a inauguração da biblioteca da estação Paraíso. Depois, outras quatro estações também receberam a sua biblioteca: Tatuapé, Luz, Largo Treze, e Santa Cecília. Para se cadastrar, para o acesso gratuito ao empréstimo de livros, os interessados devem apresentar documento de identidade, comprovante de residência e uma foto 3×4. Menores de doze anos devem estar acompanhados dos pais. Somente poderá ser retirado um livro por vez”.
Segundo Borg, as bibliotecas têm 32.408 leitores cadastrados. Os cinco acervos totalizam 17.743 obras, registrando 282.034 empréstimos. Estes números também demonstram o sucesso do serviço: “O projeto ‘Embarque na Leitura’ é bem aceito por todos os usuários, tanto que temos índices baixíssimos de extravio de livros. O Metrô pretende ampliar o projeto para outras estações, chegando até o número de 10 unidades no sistema”, afirma o gerente de comunicação.
O horário de funcionamento da biblioteca é das 11 às 20 horas, de segunda a sexta-feira. “Os livros retirados na estação Largo Treze não podem ser devolvidos nas estações Paraíso, Tatuapé e Luz, porque os cadastros das quatro unidades são diferentes. Os exemplares emprestados têm prazo para devolução de 10 dias e podem ser entregues em qualquer horário, em uma caixa receptora instalada no local”.
Entre os títulos mais procurados em 2008, estão: “O Caçador de Pipas”, de Khaled Hosseini; “O Código Da Vinci”, “Anjos e Demônios” e “Fortaleza Digital”, de Dan Brown; “O Segredo”, de Rhonda Byrne; e “Marley e Eu”, de John Grogan. Encontrou o seu preferido?
